A indústria do Holocausto no Reino Unido

Francis Carr Begbie


Francis Carr Begbie: The Holocaust Industry in the UK, The Occidental Observer, 5 de outubro de 2011
Tradução, links e comentário ao fim do postO Ocidental Lusófono
Her_Majesty_the_Queen_Lays_a_Wreath_at_the_Cenotaph_London_During_Remembrance_Sunday_Service_MOD_45152054-1
poppyEm meados da manhã do segundo domingo de novembro, os clarins soarão no Último Posto, no Cenotáfio Memorial de Guerra em Londres, e por dois minutos a Inglaterra ficará em silêncio. A simples dignidade do Domingo da Recordação, a rainha depositando uma coroa de flores, o silêncio enquanto uma canópia de flores de papoulas vermelhas cai sobre os veteranos e homens das forças-armadas em posição de sentido, tornam este um momento de tristeza quase impossível de suportar.
Embora o evento comemore todos os mortos de guerra britânicos e da Comunidade Britânica, ele tem suas raízes nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e em batalhas como a do Somme, na qual os britânicos sofreram 58 000 baixas, um terço mortos no primeiro dia. O silêncio marca a décima primeira hora do décimo primeiro dia, quando as armas silenciaram em 1918. O símbolo da ocasião é a flor de papoula vermelho-sangue, distribuída pela Legião Real Britânica e usada por milhões.
Não há símbolo mais sincero do sentimento tradicional na Grã-Bretanha do que a flor da papoula. E é por isto que duas recentes decisões de financiamento do governo revelaram uma mudança tão espantosa de prioridades culturais. A primeira foi uma recusa em financiar um projeto para o plantio de de papoulas em um campo da recordação para os mortos de guerra da Grã-Bretanha. O segundo foi uma promessa do Primeiro-Ministro de despejar mais dinheiro dos contribuintes na promoção da indústria do Holocausto, atualmente em grande expansão.
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