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Confissões de um ex-racista

Christian Miller: Confessions of a Former Racist, The Occidental Observer, 25 de março de 2011

Eu me arrependo de minha antiga heresia. Percebo o erro de minhas atitudes. Eu estava totalmente errado em acreditar que minha raça, a raça branca, tem um direito legítimo à identidade ou qualquer direito a promover seus interesses coletivos. Agora eu sei que, como branco, é meu dever ficar parado enquanto todas as outras raças se organizam e fazem lobbypor privilégios legais em bases raciais, redistribuições monetárias e subsídios e empregos por ação afirmativa. Eu peço desculpas por recuar diante da ideia de se distribuir dinheiro que  não se ganhou, respeito ou empregos com base na cor da pele de uma pessoa. Eu costumava chamar tais programas de “antibrancos”, injustos, inconstitucionais ou ilegais. Agora, eu entendo que eles são parte da “justiça social”, de que precisamos desesperadamente para corrigirmos as injustiças históricas cometidas pelos brancos contra os não-brancos.

Estou muito arrependido por acreditar que a raça é um modo útil de prever o comportamento de grupos. Eu estava totalmente errado em dizer que “a sociedade é uma construção racial” porque, desde então, percebi que a raça é em sua maior parte uma construção social. Todas as estatísticas raciais sobre a criminalidade, diferenças biológicas e variações comportamentais são meros instrumentos de propaganda de uma sociedade supremacista branca. [N. do T: este segundo link dá para uma versão em PDF do clássico  Raça, Evolução e Comportamento, do psicólogo canadense J. Philippe Rushton. Eis aqui uma versão abreviada do livro em português]. Quando o privilégio branco desaparecer, raças muito pouco bem-sucedidas, como os negros africanos e os aborígenes australianos, serão projetadas balisticamente rumo ao sucesso cultural, econômico, filosófico e científico em grande escala. Mas no momento, o privilégio branco faz com que outras raças (exceto os judeus e os norte-asiáticos) fracassem economicamente, cometam crimes bárbaros e violentos e fiquem estagnados como uma permanente classe inferior em qualquer sociedade que contenha brancos.

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http://retrogradolusofono.blogspot.com.br/2013/10/christian-miller-confessions-of-former_6833.html

A indústria do Holocausto no Reino Unido

Francis Carr Begbie: The Holocaust Industry in the UK, The Occidental Observer, 5 de outubro de 2011
Tradução, links e comentário ao fim do postO Ocidental Lusófono
Her_Majesty_the_Queen_Lays_a_Wreath_at_the_Cenotaph_London_During_Remembrance_Sunday_Service_MOD_45152054-1
poppyEm meados da manhã do segundo domingo de novembro, os clarins soarão no Último Posto, no Cenotáfio Memorial de Guerra em Londres, e por dois minutos a Inglaterra ficará em silêncio. A simples dignidade do Domingo da Recordação, a rainha depositando uma coroa de flores, o silêncio enquanto uma canópia de flores de papoulas vermelhas cai sobre os veteranos e homens das forças-armadas em posição de sentido, tornam este um momento de tristeza quase impossível de suportar.
Embora o evento comemore todos os mortos de guerra britânicos e da Comunidade Britânica, ele tem suas raízes nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e em batalhas como a do Somme, na qual os britânicos sofreram 58 000 baixas, um terço mortos no primeiro dia. O silêncio marca a décima primeira hora do décimo primeiro dia, quando as armas silenciaram em 1918. O símbolo da ocasião é a flor de papoula vermelho-sangue, distribuída pela Legião Real Britânica e usada por milhões.
Não há símbolo mais sincero do sentimento tradicional na Grã-Bretanha do que a flor da papoula. E é por isto que duas recentes decisões de financiamento do governo revelaram uma mudança tão espantosa de prioridades culturais. A primeira foi uma recusa em financiar um projeto para o plantio de de papoulas em um campo da recordação para os mortos de guerra da Grã-Bretanha. O segundo foi uma promessa do Primeiro-Ministro de despejar mais dinheiro dos contribuintes na promoção da indústria do Holocausto, atualmente em grande expansão.

O Lobby Israelense e a comunidade judaica organizada querem mudança de regime na Síria

Tradução e i
O presidente Obama agora está dizendo que sua administração decidiu atacar a Síria mas vai buscar a aprovação do Congresso para fazê-lo. Isto cria uma situação realmente interessante se o Congresso não concordar, como parece bem possível.
A ideia de Obama ordenar um ato de guerra contra a Síria sem apoio internacional significativo e sem um mandado do Congresso sempre foi uma coisa espantosa. Eis aqui nosso presidente de extrema-esquerda advogando mais outra guerra no Oriente Médio depois de se opor à guerra no Iraque quando era senador. O mesmo presidente que tem uma relação gélida com Benjamin Netanyahu e repetidas vezes ficou aquém das exigências do lobby israelense.

Judeus Imperiais e Judeus Internacionais — por Matt Parrot

adl-300x266Matt Parrot: Imperial Jews and International Jews, The Occidental Observer, 1 de fevereiro de 2011
Tradução, links comentário ao fim do textoO Ocidental Lusófono
Nota do Tradutor: este texto de Parrot é de 2011, mas o insightsubjacente a ele e expresso no título lhe confere um interesse permanente
O recente artigo de Michael Colhaze Wikileaks Leaks [A vez do Wikileaks vazar] chamou atenção para uma fissura crescente dentro da comunidade judaica global, com os “assumidos” e os “assimilados” [“Hibbies” and “Izzies”] cada vez mais divergindo sobre estratégias, táticas e até objetivos. Pouco tempo depois que este post foi publicado, os protestos egípcios escancararam esta fissura, tornando-a mais visível do que nunca. A dicotomia entre os judeus da Diáspora e os judeus israelenses é a maior falha geológica individual no mundo judaico. Dada a desproporcional influência e alavancagem deles, ela é talvez a mais relevante falha geológica política no mundo contemporâneo.
Esta fissura dentro da Judiaria é tão velha quanto a própria Estratégia Evolutiva Grupal. Na tradicional Europa Oriental, havia um núcleo insular de judeus ultra-ortodoxos nos shtetls, que passava a maior parte de seu tempo estudando a Torá, bem como um subgrupo que fazia uma interface com a população não-judaica. Dos agiotas de outrora aos Madofffs de hoje, este pequeno núcleo de judeus ricos e seculares desempenharam um papel central no apoio ao núcleo reprodutivo dos judeus introspectivos, resultando em uma estratégia reprodutiva bifurcada, onde um componente é altamente fértil e o outro têm baixa fertilidade e um alto investimento.

http://retrogradolusofono.blogspot.com.br/2013/09/judeus-imperiais-e-judeus.html

Helmuth Nyborg sobre o declínio da Civilização Ocidental

Kevin MacDonald: Occidental Observer, 5 de maio de 2011
Helmuth-Nyborg-180O psicólogo dinamarquês Helmuth Nyborg publicará um artigo em breve naPersonality and Individual Differences (“The decay of Western Civilization: Double Relaxed Natural Selection“ [ A decadência da civilização ocidental: seleção natural duplamente relaxada] ). Nyborg é bem conhecido por seu trabalho que mostra uma diferença de QI que favorece os homens, um artigo que resultou em uma investigação de seu trabalho e em uma reprimenda de sua universidade. (Nyborg descreve a “caça às bruxas” por que passou  aqui.)
O último artigo de Nyborg aborda tendências passadas e projeta mudanças de QI na Dinamarca como um resultado de duas tendências: o relaxamento da seleção natural entre os dinamarqueses tradicionais e um influxo de imigrantes com baixo QI. Estas duas tendências juntas resultam no que ele define como um “duplo relaxamento da seleção natural” (DRNS).
Com base na obra Dysgenics: Genetic Deterioration in Modern Populations, de Richard Lynn, acredita-se que o relaxamento da seleção interna tenha começado por volta de 1850, quando a taxa de fertilidade das classes baixas ultrapassou a das classes superiores por causa de melhorias na higiene e da redução nas doenças. Ele cita a estimativa de Lynn de que a Inglaterra perdeu 6.9 pontos de QI nos últimos 90 anos (1920-2010) e estima que o QI médio da Dinamarca caiu cerca de 10 pontos dede 1850, devido ao relaxamento interno da seleção natural.

Bombas por um mundo melhor: Síria, Monitoramento e os Neocrocodilos — por Tobias Langdon para o Occidental Observer

Tobias Langdon: Bombs for a Better World: Syria, Surveillance and the Neo-Crocs, The Occidental Observer, 8 setembro de 2013
Tradução e links: O Retrógrado Lusófono
Em um mundo são, o ex-“redator-chefe dos discursos de Tony Blair” seria agora um fugitivo da justiça ou estaria cumprindo pena de prisão perpétua. Mas este não é um mundo são, e assim, Philip Collins está recebendo suas trinta peças de prata das mãos da elite hostil. Ele tem um cargo bem-remunerado na London School of Economics e escreve para o London Times de Rubert Murdoch, onde demonstra todo o poder intelectual e erudição antropológica que se esperariam de uma Blairiette:

O livro mais mal-compreendido dos tempos recentes se perdeu em um jogo de palavras. Quando Francis Fukuyama chamou seu livro de The End of History [O fim da História], ele não estava defendendo a tese tola de que a História, como 1066 And All That [1066 e tudo mais] quase disse, tinha chegado a um ponto final. Ele estava dizendo que alguma sociedade melhor do que a democracia liberal jamais surgiria. 

Com a História se desenrolando bem à nossa volta, é um bom momento para se apontar que Fukuyama estava certo. O povo da Síria, como o povo da Tunísia, da Líbia e do Egito não quer comprar segurança ao preço da liberdade. O Oriente Médio vai, com o tempo, juntar-se à liga das nações democráticas, como a América Latina tem se juntado, desde 1970. O frágil governo da Argélia não tem como durar. As reformas limitadas patrocinadas pelos reis do Marrocos e da Jordânia vão ganhar um pouco de tempo. Mas por fim, as pessoas lá e as pessoas no Irã vão querer um pouco do que nós temos, eles sendo gente igual a nós (Saving the people of Syria [Salvando o povo da Síria]reproduzido no The Australian, 25 de fevereiro, 2012).

Seria errado chamar estas alegações de “retardadas” [half-witted]. Não; estão mais para “retardadas-e-meio” [eith-witted]. A democracia liberal levou séculos para se desenvolver na Grã-Bretanha. Tony Blair percorreu um longo caminho rumo a sua destruição em uma década. Mas Phillip Collins acha que o Oriente Médio vai inevitavelmente adotá-la. Afinal de contas, os muçulmanos não têm nenhuma ligação com seus governos antiliberais e antidemocráticos. Collins acha que os sírios, tunisianos, líbios, marroquinos et al. são “gente igual a nós”. Quer dizer, exceto por um QI médio significativamente mais baixo e uma longa história de endocruzamento, tribalismo e corrupção. E uma religião totalitária que não suporta nenhuma bobagem a respeito de direitos das mulheres e impõe a pena de morte para infrações como apostasia e blasfêmia. Os muçulmanos no Oriente Médio não teriam dado o título de Cavaleiro a Salman Rushdie, como fez Tony Blair. Não; eles teriam cortado rapidinho sua cabeça. Se ele tivesse sorte.

O Lobby Israelense e a comunidade judaica organizada querem mudança de regime na Síria

 Portuguese translation of Kevin MacDonald: The Israel Lobby and the Organized Jewish Community Want Regime Change in Syria, The Occidental Observer, 1 de setembro de 2012
O presidente Obama agora está dizendo que sua administração decidiu atacar a Síria mas vai buscar a aprovação do Congresso para fazê-lo. Isto cria uma situação realmente interessante se o Congresso não concordar, como parece bem possível.
A ideia de Obama ordenar um ato de guerra contra a Síria sem apoio internacional significativo e sem um mandado do Congresso sempre foi uma coisa espantosa. Eis aqui nosso presidente de extrema-esquerda advogando mais outra guerra no Oriente Médio depois de se opor à guerra no Iraque quando era senador. O mesmo presidente que tem um relacionamento gélido com Benjamin Netanyahu e repetidas vezes ficou aquém das exigências do lobby israelense.
A justificativa, claro, é apresentada em termos morais — como todas as guerras americanas, mas também houve mais que um toque disto nos preparativos para a guerra do Iraque. Aqui, a alegação dos falcões torna-se mais difícil porque a história das armas de destruição em massa revelou-se falsa. Convém não esquecer que esta história foi fabricada por agentes pró-Israel, com forte identidade étnica judaica, ligados ao Gabinete de Planos Especiais [Office of Special Plans] do Departamento de Defesa, incluindo Paul Wolfowitz, Douglas Feith, Abraham Shulsky, Elliott Abrams, David Wurmser, Michael Ledeen, David Schencker e Michael Rubin, com a cooperação estreita da Inteligência israelense.