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“A necessidade do antissemitismo”

 Um abismo sempre existiu entre europeus e semitas, desde quando Tácito reclamou do “odium generis humani”.
(Heinrich von TREITSCHKE)

Em 1989, o roteirista e jornalista judeu Frederic Raphael foi convidado a proferir palestra no Instituto Parkes de Pesquisa das Relações entre Judeus e Não Judeus, pertencente à Universidade de Southampton, por ocasião do 25º aniversário desse Instituto. Fundado pelo pastor Dr James Parkes (1896–1981), um neurótico ministro da Igreja Anglicana que dedicou sua vida a promover o filossemitismo no seio da Cristandade e narrativas autoinculpantes entre os cristãos (em 1935 ele era celebrado pelos judeus e sofreu tentativa de assassinato da parte dos nacional-socialistas), o tal Instituto logo se converteu num centro de propaganda judaica disfarçado de instituição acadêmica. Em vez de oferecer análises objetivas sobre as relações de judeus com não judeus, o dito Instituto fomentava as manjadas narrativas de que os judeus eram vítimas inocentes do catastrófico e completamente irracional ódio europeu. Raphael, sentindo-se honrado como orador na comemoração dos 25 anos do projeto, houve por bem apelar à provocação e ao sarcasmo nesse evento. Assim, ele escolheu a frase “A necessidade do antissemitismo” como título do seu discurso.  “Poderia ser o título de um livro”, disse Raphael, “e esse livro poderia estar na biblioteca do Instituto Parkes, a não ser pelo fato de que tal livro nunca foi escrito, não existe”, completou ele.

Na tortuosa exposição que se seguiu, Raphael falou dos supostos conteúdos desse livro imaginário, sugerindo seus potenciais argumentos e o que eles revelariam sobre seu autor e sobre a cultura europeia. Confirmando a opinião de todos os presentes, Raphael disse estar certo de que esse livro espectral e perturbador, embora não existisse, seria produto assombroso que não estaria fora de lugar num continente onde o antissemitismo era “premissa permanente e fundamental da tenebrosa e irregenerada lógica da Europa”.[1] Para Raphael e sua presunçosa audiência, A necessidade do antissemitismo serviria apenas de justificação para a cabeça doente do europeu. O antissemitismo seria então, de fato, extremamente ilógico e, num sentido moral, completamente desnecessário.

Desde que li o discurso de Raphael vários anos atrás, A necessidade do antissemitismo também me deixou assombrado num certo sentido. Não existe livro que corresponda a esse título, conforme dissemos. Entretanto, milhares de tratados, panfletos e livros com esse mesmo teor terão sido escritos sobre a Questão Judia por autores europeus ao longo de muitos séculos. Nessa literatura  de apologia antissemítica, A necessidade do antissemitismo estará presente nas várias modalidades de diferentes perspectivas religiosas, políticas e sociais.  Mas como seria o livro se de fato fosse escrito hoje? Como poderia um autor tratar dos vários aspectos da Questão Judia num único volume? No ensaio que se segue, em parte literário, em parte historiográfico, eu quero que nos juntemos a Raphael na suposição de que o livro fantasmal exista realmente, embora nós o vejamos de um ponto de vista contrário.

Eu imagino que nosso autor faça a introdução do seu volume explanando em termos gerais A necessidade do antissemitismo, apontando a presença dos judeus e de sua influência nas quatro culturas fundamentais que levaram ao declínio branco. Nomeadamente: a cultura da crítica, a cultura da tolerância, a cultura da esterilidade e a cultura da usura.

A cultura da crítica

O capítulo intitulado “A cultura da crítica” é uma piscadela dada a Kevin MacDonald e, também, uma ampliação do trabalho dele. Começando esse capítulo, nosso autor recordaria a famosa observação do historiador judeu Louis Namier (1888-1960), quando lhe perguntaram por que ele não se ocupava da história judaica: “Os judeus não têm uma história, eles têm um martirológio”. Este martirológio é o que jaz no coração da cultura da crítica. Enquanto quase toda nação tem uma história objetiva sob muitos aspectos, só os judeus possuem uma simples semi-história eivada de míticos e esotéricos autoenganos que dão permissão psicológica para os comportamentos sociais mais tribais e subversivos e para as atitudes mais hostis para com outros povos. A cultura da crítica, uma espécie de vingança cultural inspirada no martirológio judaico, é a mais clara expressão da corrosiva natureza das desastrosas relações de judeus com não judeus, as quais o reverendo James Parkes pranteia em desgraçado engano.

Na cabeça do judeu, a corrosiva natureza de sua interação com os povos europeus sempre foi pensada como algo de aspecto heroico. Uma farsa é representada para os próprios judeus, assim como para nós, de sorte que vejamos nessa interação um excepcional e virtuoso questionamento da parte de críticos infiltrados, como de outros do lado de fora, unicamente posicionados para cumprir a providencial finalidade de denunciar as mazelas da cultura ocidental. Os judeus acreditam possuir especiais talentos quanto a isso — talvez possuam mesmo, em certo sentido perverso — mas em todo caso, na grande dissimulação deles, eles estão nos dissolvendo “para o nosso próprio bem”. David Dresser and Lester Friedman, acadêmicos judeus da mídia, argumentam que os cineastas judeus possuem uma singular e indefectível objetividade, a qual atribuem ao seu judaísmo. Eles escrevem que “A marginalidade dos artistas judeus dá-lhes um ponto de vista privilegiado que outros pensadores criativos mais culturalmente integrados não têm”.[2] Isso bate muito bem com o que disse um escritor no Times of Israel, ao comentar as atividades de um político judeu chamado Alan Shatter, que destruiu as bases jurídicas da família na Irlanda, dando conta de que “o judaísmo de Shatter era uma vantagem, pois o libertava do fardo cultural que pesava sobre os seus homólogos católicos”. Exatamente como a Escola de Francforte, esses heróis culturais conhecem-nos melhor do que nós mesmos, o que torna possível que nos ajudem a perceber o quanto nós somos irracionais, malignos, preconceituosos e necessitados da redenção judaica. Nós estamos sempre sendo advertidos pelos nossos tutores judeus de que os ensinamentos que eles nos ministram servem ao próprio bem do Ocidente. Eles nos libertam de nossa “bagagem”.

Na realidade, o que eles querem com tudo isso é a nossa destruição. A Crítica, a que faltam objetivos coerentes para além da vontade de corromper, não termina nunca. Ela está sempre a procura de novas e puras feições da cultura ocidental para cobrir de lama. O “Discurso do rabino”, uma passagem do romance de Hermann Goedsche intitulado Biarritz, publicado em 1868, é uma obra de ficção, mas muitos fatos e instintos inspiraram seu autor. Numa noite, no cemitério dos judeus de Praga, o rabino de Goedsche dirige uma reunião secreta com os chefes das treze tribos de Israel. Ali ele fez a promessa seguinte: “Nós haveremos de extirpar todas as crenças, toda a fé em tudo o que os nossos inimigos cristãos  respeitaram e veneraram até hoje, nós usaremos o encanto das paixões como arma na guerra aberta que moveremos contra tudo o que até hoje mereceu respeito e veneração”.

O espírito da coisa é esse mesmo, mas nem tudo se passa conforme a sugestão de Goedsche. Não há reuniões clandestinas em cemitérios à meia-noite ou encontros dos sábios de Sião, o que existe, em vez disso, é um instinto coletivo que defende com ânimo cáustico interesses compartilhados. E, na realidade, a cultura da crítica não corresponde a declaração de guerra aberta, senão a trabalho de sapa acobertado pelo disfarce da amizade, da medicina, da libertação. [Franz] Boas minou a confiança na cultura ocidental, enquanto alegava que libertava os ocidentais dos erros e fardos do chovinismo. Freud perverteu tudo o que era sagrado em relação ao sexo e ao casamento, chamando o que fez de “terapia”. Marx chamou os trabalhadores do mundo a que se unissem e conseguiu mesmo uni-los — nas filas de comida, nos gulagues e nas fossas coletivas da Ucrânia, onde morriam à míngua. A guerra foi fragorosa e sanguinariamente travada, mas silenciosa e subversivamente declarada.

Na verdade a guerra não terminou ainda, mesmo que eles já tenham derrubado “tudo o que as pessoas respeitam e veneram”. As igrejas estão infiltradas, foram completamente derrotadas e são ridicularizadas e desprezadas. A história da Cristandade foi colocada no moedor de carne que é o aparato intelectual judaico e dessa máquina ela emerge hoje como uma novela sinistra de perseguição e escravismo. Concha esvaziada de sua pérola, a Igreja agora guarda apenas a tolerância ilimitada. Nem as maiores figuras históricas do Ocidente, mesmo quando avessas à religião, sobreviveram à cultura da crítica. E quando, no apanágio de sua perspicácia, os nossos tutores judeus se cansam de bostejar reputações, eles usam os procuradores de sua etnia e começam a derrubar estátuas, remover nomes e queimar retratos. Nenhum aspecto da cultura ocidental quiseram deixar de pé. Sua ciência, sua filosofia e seus sistemas morais foram vilipendiados, ridicularizados e furiosamente atacados; cada soneto, cada concerto ou avanço tecnológico terá servido — de forma meio obscura, mas decisiva — para a instalação de campos de concentração da Segunda Guerra na Polônia, e dizem com ar de seriedade que nesses lugares os passarinhos não cantam até hoje.

Entretanto, visitei o que restou de um desses campos e, ao contrário do que dizem, os passarinhos cantavam, sim. Não há mistério nenhum lá. A vida continua. As crianças que as escolas mandam para lá riam e rabiscavam velhas portas e camas-beliches, enquanto os adultos mostravam preocupação com a possibilidade de estarem sendo observados, procurando parecer solenes e comovidos em sua frieza e sem-graceira.

Nosso autor teria concordado conosco, indicando no livro A necessidade do antissemitismo que as histórias de campos de concentração são a joia da coroa do martirológio judaico e até mesmo o mecanismo da mais avançada forma da cultura da crítica. Passados quase 55 anos desde que foi escrito, o livro de Jerzy Kosiński intitulado O pássaro pintado volta a ser notícia. Trata-se de suas memórias do tempo da Guerra e desses famosos campos da Polônia. O livro está repleto de estupros de crianças, zoofilia e descrições de extrema violência, como a de olhos humanos que são arrancados para alimentar gatos. Na verdade, a obra é uma grande fraude, já bem desmascarada, um alucinado pastiche das fantasias psicossexuais do próprio Kosiński. Mas nada disso impediu que desse livro fizessem um filme bastante elogiado pelos críticos, mesmo que as pessoas vomitassem vendo as cenas, passassem mal e fossem embora dos cinemas. Possivelmente agora, quando prevalece a cultura da crítica, muitos brancos sintam-se agradecidos por terem sido advertidos de quão malvados eles foram em relação aos judeus, aceitando cada condenação como a dose de um remédio. Joanna Siedlecka, jornalista e biógrafa de autores, estudou a vida de Kosiński, tendo chegado à conclusão de que “[O pássaro pintado] não tem nada a ver com a verdadeira infância de Kosiński; ele inventou aqueles horrores, tendo ele mesmo estado muito bem, enquanto os campônios se arriscavam para homiziar toda a família dele. […] Kosiński ainda é tratado como uma vítima, mesmo que agora saibamos muito mais sobre sua biografia. Sabemos, por exemplo, que os poloneses não o torturaram.”

Em A necessidade do antissemitismo, nosso autor escreveria que o exemplo de Kosiński e os judeus corresponde perfeitamente à relação histórica de judeus com europeus. Alguém que estudasse a história desses dois povos poderia tentar mostrar a realidade da situação e, ainda assim, o judeu “continuaria a ser tratado como vítima”. E esta “vítima” arroga-se a condição de árbitro moral e crítico superior a tudo e todos. Armados com o pastiche histórico sadomasoquista bem próprio deles, os ativistas judeus já passaram da crítica à ação para finalmente vencer a guerra racial. Eles negam isso, dizendo que se trata de pérfida teoria conspiratória. Mas, na realidade, eles fazem lembrar aquela história do irlandês que nega ter roubado um balde, acrescentando a injuriosa crítica de que, de qualquer forma, o balde estava furado. Os judeus negam veementemente que tenham alguma coisa a ver com a decadência da cultura ocidental, acrescentando a injuriosa crítica de que, de qualquer forma, a cultura ocidental é podre, doente, racista, intolerante e irracional. Ao negar sua responsabilidade, os judeus acabam por admiti-la. Essa é a essência da cultura da crítica.

A cultura da tolerância

Este capítulo do livro pode começar com a observação de que a cultura da tolerância é filha da cultura da crítica. Quando é que o judeu começou a convocar os brancos para a autoextinção em seus próprios países? Nosso autor pode responder dizendo que a chamada para a morte começou quando foi da primeira penetração judaica na cultura europeia — não penetração no território europeu, mas na cultura europeia. Não foi Moses Mendelssohn (1729–1786) celebrado como o primeiro judeu “assimilado”, o primeiro verdadeiro intelectual judeu a desejar ser “parte da cultura germânica”, o primeiro a pregar pela “tolerância”? Ora, para onde é que Mendelssohn, o primeiro “alemão de fé judaica”, queria realmente conduzir os europeus? Não há dúvida quanto a isso, a resposta está nos registros históricos. Ele, sequiosa e descaradamente, perguntava: “Por quanto mais tempo, por quantos milênios a mais, deverá existir essa distinção entre os nativos de uma terra e os estrangeiros? Não seria melhor para a humanidade e a cultura que fosse obliterada tal distinção?” [3][grifo nosso].

Aí está: a primeira intrusão judaica na cultura ocidental consistiu num chamado pela abolição das fronteiras, pela migração e pelo direito de ocupação reconhecido a estrangeiros.

Desde o seu começo, o ativismo judaico na cultura ocidental buscou solapar a posição dos donos da terra e promover a “tolerância”, conforme convinha aos judeus. Considera-se que a obra de Mendelssohn intitulada Sobre o melhoramento civil dos judeus, de 1781, deu significativa contribuição para a ascensão inicial da “tolerância” na cultura ocidental. Entretanto, a palavra “Tolerância” tem certa acepção que a propaganda esconde. No campo semântico da medicina, essa curiosa palavra significa “O estado imunológico caracterizado pela ausência de resposta a toxina específica ou substância estranha que induz uma imunorreação no organismo, especialmente a produção de anticorpos.”

Não seria isso exatamente o que Mendelssohn preconizou quase 250 anos atrás, ou seja, que os donos da terra sofressem de imunodepressão, que ficassem sem defesa imunológica, mesmo quando toxinas se infiltrassem em seu corpo? Devemos perguntar como a tolerância acabou sendo considerada uma virtude. A resposta é a seguinte: a tolerância tornou-se virtude por força da intrusão judia na cultura ocidental.

Agora a cultura da tolerância já conta mais que dois séculos. Ela amadureceu lentamente, mas não há dúvida de que já chegou à maioridade. O trabalho de Kevin MacDonald demonstrou cabalmente que grupos organizados de judeus financiaram e realizaram a maioria dos trabalhos destinados a derrubar a lei americana da imigração de 1924, que finalmente caiu em 1965. Brenton Sanderson também revelou que os movimentos intelectuais e os ativismos etnopolíticos judeus foram a razão principal para o encerramento da política da Austrália branca — uma mudança política a que se opunha a vasta maioria da população australiana. Eu tenho escrito sobre quão conspícua foi a participação judia nas dramáticas mudanças das leis britânicas sobre cidadania, raça e censura desde 1950 até 1990. Um ministro da Justiça judeu mudou o processo de naturalização de estrangeiros na Irlanda, escancarando o país para africanos e paquistaneses. Atualmente os judeus dominam as ongues por trás das migrações de massa, comprovadamente detendo cargos executivos nas entidades seguintes: International Rescue Committee, International Refugee Assistance Project, American Civil Liberties Union (ACLU), National Immigration Justice Center, Equal Justice Works, The Immigrant Defense Project, National Immigration Law Center, Lawyer’s Committee for Civil Rights Under the Law, Northwest Immigrants Rights Project, the Asylum Advocacy Project, Refugee Council USA, the New York Civil Liberties Union, American Immigration Council, The Immigrant Learning Center, the Open Avenues Foundation, the Political Asylum/Immigration Representation (PAIR) Project, Central American Legal Assistance, Halifax Refugee Clinic e a UK Refugee Law Initiative. Aliás, o conselheiro de política para a imigração da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos não é um católico, mas uma mulher judia.

A emigração de massa do Terceiro Mundo para o Ocidente, para a Europa, especialmente, resulta de um projeto judeu. Este projeto é administrado por judeus, promovido por judeus, explicado e justificado por judeus. Ele tem por causa a necessidade judia — tão antiga quanto o livro de Mendelssohn, se não mais antiga — de defraudar os donos da terra e entregar o solo a estrangeiros em nome de tolerância.

Tal qual fizeram com a cultura da crítica, os judeus oferecem-nos a cultura da tolerância como se por gesto de amizade. Com largos sorrisos e verbosidade melíflua, eles garantem que estaríamos perdidos se não eliminássemos “a distinção entre os donos da terra e os estrangeiros”. Afinal de contas, não é que, felizmente, fomos admoestados sobre o desvalor, a imoralidade, o chovinismo, a corrupção, a falsidade de nossa cultura? Por que não importarmos novas e mais vibrantes culturas? Assim nós poderíamos viver uma vida mais excitante e, melhor ainda, provaríamos que somos moralmente dignos da aceitação por parte dos nossos amigos judeus, os inocentes mártires da humanidade. E devemos acatar as advertências deles, porque o que dizem faz todo o sentido. Afinal de contas, nós precisamos dos desempregados africanos para pagar nossas pensões, precisamos dos terroristas islâmicos para cuidar das nossas populações envelhecidas, precisamos de milhões de imigrantes a mais para resolver o nosso problema de falta de moradia. Nós precisamos de uma maré de trabalho barato para aumentar os nossos salários. Nós precisamos de gente despreparada nos hospitais para fazer cirurgias, recuperar nossa saúde e cometer crimes sexuais. Nós precisamos tolerar a burca para demonstrar quão profundo é o feminismo da nossa sociedade. Nós precisamos expressar o nosso patriotismo, negando que existamos como um povo. Nós precisamos de mais mordaças na lei para garantir o direito à livre expressão. E, mais importante do que tudo, nós precisamos combater o racismo na nossa sociedade para levar a raça branca à extinção em todo lugar.

Nossos prestimosos amigos valem-se de meios diversos para nos passar esse tipo de “orientação”. Na sua “generosidade”, eles lançam sobre nós um bombardeio de lixo televisivo, retratando o multiculturalismo assim como ele não é na realidade. A mágica cinematográfica judaica é uma forma de alquimia cultural. A criminalidade e a hipossuficiência acadêmica dos negros são levadas ao laboratório de Hollywood e, então, assaltantes e estupradores transformam-se em personagens da elite intelectual sob assédio amoroso de ninfas loiras. Alternativamente, Hollywood toma a estabilidade e a tranquilidade das famílias da classe média branca e, então, seus lares demudam-se num antro claustrofóbico de neurose, intolerância e repressão.

Quando num estado de espírito menos generoso, nossos amigos judeus arrogam-se o direito de manipular o currículo escolar de nossos filhos; mas, quando contrariados, ficam furiosos, então cassam o direito à liberdade de expressão e mandam desafetos para a cadeia. Por outro lado, se alguém tentar coibir alguma prática cultural judia, proscrevendo, por exemplo, o rito tribal da circuncisão, eles revidam com algumas das outras armas de sua panóplia: a chantagem, a calúnia, a implacável guerra econômica, conforme ficou demonstrado quando a soberana nação da Islândia sofreu ameaças da ADL. Isso que se passou na Islândia lembra-nos da história do irlandês e do balde. Os judeus negam que tenham influência excessiva, mas acrescentam que, se nalgum país alguém repetir a acusação, o exclusivo clube dos judeus em Nova Iorque deixará esse país de joelhos diante deles.

Embora a cultura da tolerância siga fazendo as cabeças com força total, os judeus ainda não conseguiram resolver o problema de como evitar que crianças brancas continuem a nascer. Nesta altura nosso autor começaria o terceiro capítulo de seu livro.

A cultura da esterilidade

Em toda parte os judeus estão por trás da cultura da esterilidade. Esta é uma expressão adequada para designar o que eminentes estudiosos referem como o “rápido declínio” da natalidade na maioria dos países europeus.[4] Nosso autor iria inicialmente citar o fato de que o contraceptivo oral foi criado pelo judeu Gregory Goodwin Pincus, mas na realidade os judeus de muitos países do Ocidente foram os “pioneiros da indústria clandestina de contraceptivos”, no dizer do historiador judeu Howard Sachar.[5] Por algum plano, coordenação ou simples instinto, os judeus concentraram-se em áreas hostis à natalidade dos brancos, como a contracepção, o aborto, as leis do divórcio, a promoção da pornografia, a homossexualidade, a confusão de gêneros, a promiscuidade.

De acordo com certo estudioso, a relação daqueles na vanguarda das clínicas de aborto, da literatura de prevenção da gravidez para casais, das medidas políticas de controle da natalidade nos Estados Unidos inclui os nomes seguintes: “Anna Samuelson no Bronx; Olga Ginzburg e Rachelle Yarros em Chicago; Sarah Marcus em Cleveland; Nadine Kavinoky e Rochelle Seletz em Los Angeles; Esther Cohen e Golda Nobel na Philadelphia; Hannah Stone, Marie Warner, Cheri Appel, Anna Spielgeman, Naomi Yarmolinsky e Bessie Moses em Baltimore; Elizabeth Kleinman em Boston; Lena Levine em Nova Iorque, Hannah Seitzwick-Robbins em Trento; e Lucile Lord-Heinstein em Massachusetts”.[6] Todas essas mulheres eram judias. Hannah Stone foi especialmente influente, trabalhando em ligação com [Margaret] Sanger, escreveu textos importantes sobre planejamento familiar, como Contraceptive methods of choice (1926), Therapeutic contraception (1928), Contraception and mental hygiene (1933), e Birth control: a practical survey (1937).

Desde 1920 até 1940, Margaret Sanger emprestou sua face de não judia para os movimentos em favor do aborto e da contracepção em Nova Iorque, tendo como seu principal advogado o judeu Morris Ernst. E quando Sanger decidiu patrocinar a legislação federal de controle da natalidade, ela escreveu ao rabino Stephen Wise, em 1931, solicitando a ele que se valesse da influência política judia e de sua própria lista bem extensa de contatos políticos para ajudá-la nesse intento, ao que o rabino respondeu alegremente, prontificando-se para dar conta da honrosa incumbência.[7] Sanger, é claro, casar-se-ia com um judeu e, segundo seu biógrafo, “encerrou-se em círculo de colegas e amigos judeus”.[8] 

Com efeito, a influência judia liga-se tão estreitamente às origens do aborto nos Estados Unidos que o historiador Daniel K. Williams caracterizou o debate sobre o aborto na década a partir de 1930 como um conflito religioso, observando que  “Quase todos os médicos que argumentavam contra o aborto eram católicos, enquanto os outros que arrazoavam sua legalização eram quase todos judeus”. [9] Williams refere ainda o fato de que “Os rabinos do judaísmo reformista foram os primeiros capitães do movimento a favor da lei de liberação do aborto”.[10] A ligação entre organizações judias e outras partes ainda mais sórdidas do submundo da profissão médica — nas quais, aliás, os judeus eram dominantes — tornou-se meridianamente clara durante as investigações de abortos ilegais em Nova Iorque, nas duas décadas desde 1940, conforme o historiador Leslie J. Reagan.[11] Quando Pincus criou a sua pílula, ele sabia que a sociedade poderia associar o antinatalismo ao ativismo judeu. Então, a fim de evitar o perigo do “estigma antissemita”, ele escolheu John Rock, que era católico, para desenvolver um regime anticoncepcional para a mulher, poupando desse encargo os judeus Abraham Stone e Alan Guttmacher, seus colegas de longa data e chefes do movimento antinatalista.[12]

Situações análogas ocorreram em todas as outras nações ocidentais. Alan Shatter decerto atuou como chefe da propaganda do anticoncepcionismo na Irlanda dos anos setentas, mas um século antes das ações de Shatter um membro do clero irlandês reportava o seguinte:

Um judeu chegou de caminhão à cidade […] e ele começou a vender instrumentos abortivos disfarçados de porta-lápis. […] O prior foi informado do negócio ilícito. […] Ele avisou a polícia, que não pôde fazer nada. Então ele mesmo improvisou uma corte, que julgou o delinquente, aplicando-lhe multa de 10 libras. O judeu pagou a multa e escafedeu-se. [13]

Em Nova Iorque, judeus como Moses Jacobi e Morris Glattstine eram especialmente influentes e notórios no mercado clandestino das ferramentas abortivas, já por volta da década desde 1870.[14] Similarmente, no final do século XIX, “Os judeus estiveram entre os campeões da revolução anticoncepcionista no Sul da Alemanha”. [15] Neste país, durante o entreguerras, segundo o acadêmico Harriet Freidenreich, “As médicas judias tiveram participação muito importante na campanha em pró da legalização do aborto. […] Elas estavam sobrerrepresentadas  no movimento da reforma sexual, que promoveu a distribuição mais ampla de meios anticoncepcionais. Essas judias eram notórias na disseminação de dispositivos contraceptivos”. [16]

Na Polônia, durante a Segunda República [1918-1939], a precursora principal da educação sexual, da contracepção, da promoção da homossexualidade e do aborto era Irena Krzywicka (nascida Goldberg). Além de fundadora da Liga Reformy Obyczajów (Liga para a Reforma dos Costumes), Krzywicka era articulista do influente jornal Wiadomosci literackie (Notícias Literárias), no qual ela se batia pelo casamento civil, pelo divórcio e pela contracepção facilitados, pela “liberação sexual” feminina e pelo aborto.[17] Em Antisemitism and Its Opponents in Modern Poland, o historiador Robert Blobaum refere que a “imprensa antissemita” na Polônia estabeleceu a ligação entre os judeus e “a difusão da literatura anticoncepcionalista” e a pornografia, mas muito timidamente ele trata da carreira de Krzywicka ou de seus numerosos colegas judeus. [18] Ronald Modras observa que até os dirigentes não judeus do movimento polonês pela contracepção destacavam-se pelo seu “filossemitismo”. [19]

Na France, a principal entidade por detrás da legalização da contracepção e do aborto era a Choisir (Escolher), fundada pela advogada judia Gisèle Halimi, e a legislação correspondente foi finalmente aprovada quando era ministra da Saúde a judia Simone Veil (nascida Simone Jacob).[20] Nos Estados Unidos, é claro,  Roe v. Wade significou um produto do ativismo da National Association for the Repeal of Abortion Laws [Associação Nacional pela Revogação das Leis do Aborto], fundada pelo judeu Bernard Nathanson. Nathanson participou diretamente da militância pela legislação a favor do aborto, ao lado da feminista judia  Betty Friedan, até o momento quando, no final dos anos setentas, ele sofreu uma crise de consciência, que parece ter sido verdadeira mesmo, depois da qual ele se converteu ao catolicismo. Até então, ele, pessoalmente, tinha feito mais de 60 mil abortos, havendo depois explicado numa entrevista que “Nós éramos desonestos, vivíamos enganando pessoas, inventando estatísticas; nós cooptávamos a imprensa com adulações, agrados, mimos. […] Nós nos apresentávamos como defensores do aborto e do direito de escolha, mas a verdade é que nós gostávamos de abortar”. E com certeza os judeus gostam mesmo do aborto. De acordo com o Pew Research Center, os judeus apoiam o aborto muito mais do que qualquer outro grupo religioso nos Estados Unidos. Na realidade, os judeus gostam tanto de limitar a fertilidade de outras populações que em 2013 Israel reconheceu haver aplicado contraceptivos nos imigrantes que chegavam da Etiópia, sem o consentimento deles.

Nosso autor decerto trataria com mais vagar do assunto referente ao aborto e aos anticoncepcionais somente porque a predominante participação dos judeus nas outras áreas da cultura da esterilidade já está bem documentada. O envolvimento judaico na incipiente sexologia, mediante influentes figuras tais quais Albert Moll, Iwan Bloch, Magnus Hirschfeld, Albert Eulenberg, Hermann Joseph Lowenstein, Julius Wolf, Max Marcuse e Eduard Bernstein ligava-se sempre à pretendida necessidade da “tolerância” e do pluralismo social. O que na verdade eles fizeram foi promover toda sorte das mais aberrantes patologias sexuais, separando o sexo da reprodução, para atacar a coesão social. Hirschfeld, provavelmente quem lançou a propaganda do “Amor é amor”, “subverteu a noção de que o amor romântico deveria estar orientado para a reprodução”, defendendo, ao contrário, a aceitação dos modos de vida homossexuais e de relações sexuais hedonísticas e não reprodutivas em geral.[21]

Nesta altura vale ressaltar que os judeus não se concentraram na promoção da “tolerância” para homossexuais, unissexistas [no original:gender benders],feticidas [no original: abortion-seekers] e travestis por acreditarem autenticamente nos “direitos” e no “valor” desse tipo de gente. Antes, os judeus veem nessas pessoas os perfis que querem promover na sociedade inclusiva, generalizando sua influência, com o que ficaria facilitado seu trabalho de aliciar mais sujeitos para a cultura da tolerância. A sociedade nunca aceitou realmente a homossexualidade e o transgenerismo, mas o que aconteceu foi que a própria sociedade primeiramente tornou-se “homossexual” em algumas de suas características, antes que viesse a tolerar os que de fato eram homossexuais e transexuais. Enquanto o Ocidente foi progressivamente ficando sem crianças e mais promíscuo, mais hedonístico, mais iludido e cheio de si mesmo, a distância entre o normal e o anormal estreitou-se, então ficou parecendo que não havia razão para negar a “igualdade”. As sociedades preocupadas com a própria demografia sofrerão severas consequências por causa da homossexualidade e do aborto/infanticídio. O Ocidente, celebrando ambas as práticas, está com a sua demografia em queda livre, não tem consciência das seriíssimas ameaças à sua sobrevivência racial, e seus povos seguem aceitando uma cultura conducente a seu próprio suicídio demográfico. A homossexualidade nunca antes fora tão aceita. O aborto nunca foi tão fácil e desestigmado. E os brancos nunca como agora estiveram na iminência de deixar o palco da história.

A promiscuidade tomou o lugar do carrinho de bebê. Um rápido olhar para a atual geração dos brancos em idade reprodutiva suscita grave preocupação. As taxas de doenças sexuais nos Estados Unidos nunca foram tão altas. Segundo especialistas da área médica, o Reino Unido está a caminho de uma “crise na saúde sexual.” O mesmo fenômeno tem sido verificado na Austrália, no Canadá, na Irlanda, na  França e na Alemanha. Enquanto isso, o Gatestone Institute informa que:

O aborto assumiu recentemente proporções épicas em países como a Suécia e a França. Na França, são feitos 200 mil abortos por ano. Para efeito de comparação, o número de nascimento na França é de  750 mil por ano. A França, então, está abortando a cada ano 20% de seus bebês/fetos/embriões/aglomerados celulares — que o leitor escolha o termo de acordo com suas convicções pessoais.

Não são os muçulmanos na França que estão abortando seus bebês aos milhares e milhares, o que talvez explique a manifestação dos mafomistas diante do arcebispo de Estrasburgo, para quem eles disseram que “Um dia a França será nossa”.

No livro The Population Bomb (1968), o biólogo judeu Paul Ehrlich escreveu que o melhor método para a redução da população era a legalização do aborto. Isso sem considerar os efeitos do controle da natalidade e a mais geral cultura da esterilidade, que glorifica a pervertida, a vazia visão do “amor” sem filhos. Quando os europeus começaram a legalizar o controle da natalidade e o aborto, 40 anos atrás, alguns anos depois do caso Roe versus Wade (1973), a Igreja Católica alertou contra o perigo de a Europa vir a ser uma “civilização mórbida”. Foi isso mesmo o que aconteceu.

A cultura da usura

Num Ocidente entregue ao mais selvagem materialismo, pode ser difícil ter consciência da extensão da agiotagem judaica. Quando se fala dos agiotas judeus, a maioria das pessoas geralmente pensa na Idade Média. Mas a agiotagem judaica está viva e passa muito bem na modernidade, havendo muitos países na condição de devedores dos prestamistas judeus, que por sua vez repassam sua riqueza para organizações dedicadas à promoção das três outras culturas do declínio branco (Crítica, Tolerância, Esterilidade). Paul Singer, ligado a “fundos de investimento” judaicos, tem sido descrito pela Bloomberg como “o mais temido investidor do mundo”, mas na realidade ele é o mais medonho parasito dos endividados. A República Democrática do Congo deve a Singer e seus colegas judeus 90 milhões de dólares, o Panamá deve-lhes 57 milhões de dólares, o Peru deve-lhes 58 milhões de dólares e a Argentina deve-lhes 1,5 bilhão de dólares. Quando os pagamentos estiveram atrasados, Singer sequestrou e manteve em seu poder um navio da marinha argentina, e quando a Coreia do Sul lutou para evitar que ele controlasse a Samsung, o “abutre” levou o presidente sul-coreano  ao impedimento e à prisão.

Embora esses fatos possam parecer pertinentes apenas às pessoas da alta sociedade, distantes da realidade da vida cotidiana (a não ser que o leitor viva numa cidade do Congo que teve o abastecimento de água suspenso por chantagem de Singer), a caterva de especuladores judeus está por trás de quase toda compra que se faça e de toda guerra em que o leitor pode ser obrigado a morrer. Singer, seu filho Gordin e seus colegas Zion Shohet, Jesse Cohn, Stephen Taub, Elliot Greenberg e Richard Zabel contam com testas de ferro em quase todo país e eles têm forte participação em toda empresa familiar ao leitor, de livrarias a bancos. Com os ganhos de seu parasitismo, eles financiam a cultura da esterilidade, empoderecem a política sionista, investem milhões em segurança para os judeus e promovem guerras por Israel. Singer é um republicano e tem assento na diretoria da Coalizão Judaica Republicana. Ele é ex-membro da direção do Jewish Institute for National Security Affairs, fundou grupos de pesquisa neoconservadores tais quais o Middle East Media Research Institute e o  Center for Security Policy e figura entre os maiores financiadores da organização neoconservadora Foundation for Defense of Democracies. Ele esteve ligado também à banca de advogados denominada Freedom’s Watch [Atalaia da Liberdade], que açulou a guerra contra o Iraque. Como se não bastasse, outro importante projeto de Singer foi o da Foreign Policy Initiative (FPI).Trata-se de grupo de advogados de Washington criado em 2009 por várias figuras influentes da judiaria neoconservadora com o objetivo de desenvolver políticas de guerra no Oriente Médio em favor de Israel. Também nesse caso o numerário de Singer pagou os honorários dos patronos da agressão.

Embora Singer fosse inicialmente contra Trump e este tenha atacado Singer por causa de sua política em pró da imigração (“Paul Singer representa os imigrantes ilegais no nosso país e defende a impunidade deles”), Trump é agora basicamente custeado por três judeus: Singer, Bernard Marcus e Sheldon Adelson, que juntos levantaram $250 milhões para a tesouraria política de Trump. Como retribuição, eles só querem uma guerra para destruir o Irã. Prepostos de Singer  da Elliott Management, empresa de sua propriedade, foram os principais financiadores do senador republicano Tom Cotton, que pressiona Trump para atacar o Irã como vingança dos supostos ataques deste país a dois navios no golfo Pérsico. Esses parasitários financistas judeus alimentam a esperança da guerra com o Irã, eles cabalam pela guerra: o judeu quer a carne. Um analista político comentou que “Esses doadores já externaram suas preferências políticas abertamente em relação ao Irã. Eles aguardam o dividendo dos investimentos que fizeram no partido de Trump”. Quando Adelson e Singer primeiramente acenaram para Marco Rubio, Trump postou na rede que Rubio seria uma “marionete” deles. Trump agora já recebeu numerário desses mesmos marionetistas, mas não cedeu a tudo o que exigiam e até demitiu John Bolton, o favorito da troica judaica. Resta saber como a camarilha judaísta reagirá à desobediência de Trump.

A troica de judeus por detrás de Trump é exemplo perfeito do papel das finanças judaicas e da cultura da usura na sustentação e promoção do poder judeu e sua influência na sociedade contemporânea. Singer encarna a usura e o capitalismo de rapina, Bernard “Home Depot” Marcus atende ao mais desvairado consumismo e Adelson representa a sórdida exploração comercial do vício (jogos de azar). Não há nada de produtivo na atividade de nenhum desses figuros. A enorme riqueza deles vem do parasitismo sociopático, do nepotismo étnico e do desejo da decadência cultural.

Nós sentimos o aprofundar da decadência, porquanto vivemos na sociedade do consumo conspícuo, fundada no endividamento sempre crescente das famílias. Em todo lugar, as pessoas compram coisas de que não precisam com o dinheiro que não têm. A dívida das famílias segue num crescendo mais uma vez nos Estados Unidos. De acordo com a New York Federal Reserve, as famílias americanas devem 13,86 trilhões de dólares, o que é mais do que deviam logo antes da crise econômica de 2008. Na Australia, a dívida das famílias corresponde a 190% de sua renda, uma proporção entre as mais altas do mundo desenvolvido. A mesma situação ocorre no Reino Unido. Os judeus, evidentemente, tiveram participação desproporcional na expansão das lojas de departamento, na indústria da moda, no comércio varejista e em outros setores da sociedade de consumo. [22] No final do século XIX, na Alemanha, como ainda em vários outros países do Ocidente, os judeus deram início à “revolução do consumo” e mantiveram ou, pelo menos, inauguraram a grande maioria das lojas de departamento, de confecções e moda em geral em todo o país”. [23] Naquele tempo, Werner Sombart observou que as lojas de departamento eram o emblema de uma nova e degenerativa cultura econômica, caracterizada pelas “anônimas e reificantes forças do capitalismo e da propaganda”. Os antissemitas da época viam esses centros da cultura econômica como “templos do consumo num duplo sentido: enquanto templos onde se consumia e templos que consumiam — isto é, um lugar de destruição, um Moloque que vorazmente consumia a clientela vulnerável e os negócios da vizinhança”.[24] 

Atualmente, muitas das marcas de luxo de produtos praticamente inúteis pertencem a judeus, são promovidas pela indústria publicitária de judeus e são financiadas por prestamistas judeus. Calvin Klein, Levi Strauss, Ralph Lauren, Michael Kors, Kenneth Cole, Max Factor, Estée Lauder e Marc Jacobs são apenas alguns judeus cujos nomes tornaram-se sinônimos da cultura consumista escorada na dívida e na adesão a modismos cuidadosamente midiados. Outras empresas pertencentes a judeus, como Starbucks, Macy’s, the Gap, American Apparel, Costco, Staples, Home Depot, Ben & Jerry’s, Timberland, Snapple, Häagen-Dazs, Dunkin’ Donuts, Monster Beverages, Mattel e a Toys “R” Us epitomam a produção supérflua e infinita de lixo para o consumo das massas alimentado a crédito.

O templo do consumismo onde arde a chama eterna da dívida vincula-se também às culturas da crítica, da tolerância e da esterilidade. O assim chamado antirracismo, o fomento da confusão de gênero, a celebração da imigração ilimitada e do multiculturalismo tornaram-se o carro-chefe da publicidade contemporânea. Agora, quando chega ao fim a guerra racial, o Ocidente ressona o estertor final de sua agonia.

Talvez alguém fosse perguntar o que é que bolachinhas de tortilha tem a ver com sodomia, mas isso decerto porque essa pessoa sofresse de algum défice de tolerância. O melhor remédio para esse doente seria reconhecer os privilégios da raça branca, comprar um Starbucks e experimentar novas calças de 200 dólares na Macy’s.

Conclusão

A critica, a tolerância, a esterilidade e a usura existem em convergência e se adunam. Nisso reside a necessidade do antissemitismo. Eu me senti assombrado com A necessidade do antissemitismo e também, e na mesma medida, com aquela imagem do rabino de Goedsche que discursa para os treze chefes das tribos judaicas reunidos à noite num cemitério. Isto me assombra porque parece coisa arcaica e ingênua, como se a situação pudesse ter sido tão simples, mas tudo é muito pior. A realidade sempre foi muito mais profunda e infinitamente mais perigosa. Em tudo o que tange à Questão Judia, os judeus sempre perguntaram se isso ou aquilo seria bom para os judeus. Os brancos, por sua vez, e diante disso, deveriam perguntar se os judeus são bons para eles. Ora, a resposta está na correlação entre os judeus e os quatro aspectos do declínio branco de que tratamos e é negativa: os judeus não são bons para os brancos. Portanto, nossa oposição aos judeus, pelo que fazem contra nós, é perfeitamente lógica e moralmente necessária.


Referências

[1] RAPHAEL,F. The Necessity of Anti-Semitism. London: Carcanet, 1997, p. 49.

[2] DRESSER, D.; FRIEDMAN, L. American Jewish Filmmakers. Univ. of Illinois, 2004 p. 7.

[3] MENDELSSOHN, M. “Anmerkung zu des Ritters Michaelis Beurtheilung des ersten Teils von Dohm, über die bürgerliche Verbesserung der Juden” (1783), Moses Mendelssohn gesammelte Schriften, ed. G. B. Mendelssohn (Leipzig, 1843), vol. 3, 367.

[4] KREYENFELD, M. Childlessness in Europe: Contexts, Causes and Consequences.Cham: SpringerOpen, 2017. p. v.

[5] Apud RUSSELL, T. A Renegade History of the United States. New York: Simon & Schuster, 2010.

[6] KLAPPER, M. R. Ballots, Babies, and Banners of Peace: American Jewish Women’s Activism, 1890-1940. New York: New York University Press, 2013. p. 151.

[7] Ibidem, p. 159.

[8] CHESLER, E. Woman of Valor: Margaret Sanger and the Birth Control Movement in America. New York: Simon & Schuster, 2007. p. 51.

[9] WILLIAMS, D. K. Defenders of the Unborn: The Pro-Life Movement Before Roe v Wade. Oxford: Oxford University Press, 2016. p. 27.

[10] Ibidem, p. 66.

[11] REAGAN, L. J. When Abortion Was a Crime: Women, Medicine, and Law in the United States, 1867-1973.Berkeley: University of California Press, 1997. p. 173.

[12] REED, J. The Birth Control Movement and American Society.Princeton: Princeton University Press, 1984. p. 351.

[13] LEONE, M. P. Atlantic Crossings in the Wake of Frederick Douglass.Leiden: Brill, 2017. p. 111.

[14] BRODIE, J. F. Contraception and Abortion in Nineteenth-century America.Ithaca: Cornell University Press, 1994. p.234.

[15] CROMBIE, A. C. (ed). History of Science.Chicago: University of Chicago Press, 1990. p. 371.

[16] FREIDENREICH, H. P. Female, Jewish, and Educated: The Lives of Central European University Women. Bloomington: Indiana University Press, 2002. p. 154.

[17] HASHAMOVA, Y. (ed). Transgressive Women in Modern Russian and East European Cultures: From the Bad to the Blasphemous. New York: Routledge, 2017. p. 16.

[18] BLOBAUM, R. Antisemitism and Its Opponents in Modern Poland. Ithaca: Cornell University Press, 2005. p. 87.

[19] MODRAS, R. The Catholic Church and Antisemitism: Poland, 1933-39. New York: Routledge, 2004. p. 62.

[20] LAS, N. Jewish Voices in Feminism: Transnational Perspectives.Lincoln: University of Nebraska Press, 2015. p. 91.

[21] DICKSON, E. R. Sex, Freedom and Power in Imperial Germany, 1880-1914. Cambridge University Press, 2014. p. 7.

[22] REUVENI, G. Consumer Culture and the Making of Modern Jewish Identity. Cambridge: Cambridge University Press, 2017. p. xiii.

[23] LERNER, P. The Consuming Temple: Jews, Department Stores, and the Consumer Revolution in Germany, 1880-1940. Ithaca: Cornell University Press, 2015. p. 5.

[24] Ibidem, p. 9.

89, the Jewish screenwr

Autoria: Andrew Joyce. Fonte: The Occidental Observer. Título original em inglês: “The Necessity of Anti-Semitism”. Data de publicação do original: 27 de setembro de 2019. Versão brasilesa: Chauke Stephan Filho.

A nação global

20 de julho de 2019

A Idade Moderna, que começou com a chegada de Cristóvão Colombo à América, caracteriza-se pela ligação cada vez maior entre as sociedades do mundo e pela cada vez menor distinção de seus limites. Esse fenômeno vem ganhando intensidade ao longo do tempo com a disparada tecnológica dos meios de transporte e telecomunicação, o que se fez acompanhar de tendências intelectuais em ascensão, como ideologias internacionalistas e antinacionais. Nós podemos definir o globalismo como a inclinação, ao mesmo tempo consciente e inconsciente, para a destruição da diferença e da autonomia das nações e estados, alegadamente em favor de uma sociedade mundial politicamente mais harmoniosa. O globalismo ignora a realidade das diferenças raciais e a poderosa natureza da identidade étnica, fatores que estão na raiz dos conflitos e tensões inevitáveis em toda sociedade multirracial e multiétnica.

Existem elementos materiais vigorosos conducentes à dissolução dos limes nacionais. Ocorrem ganhos de eficiência quando o trabalho e o comércio podem cruzar fronteiras. Há, além disso, bilhões de seres humanos com vontade de deixar as condições miseráveis de onde vivem no Terceiro Mundo e ingressar nos nossos países para gozar vida mais confortável e segura, o que se compreende. Não será pela inércia da situação ou pela nostalgia conservadora que essas pressões poderão ser anuladas. Até o Japão, ainda homogêneo em grande medida, começa a perceber número significativo de imigrantes fenotipicamente diferentes (principalmente indianos e filipinos). Recentemente, aliás, um indiano saiu vitorioso de eleição local em Tóquio. Na verdade, a oposição à imigração exige consciência e doutrina de resistência em nome do bem-estar econômico e social dos nativos, da preservação de sua identidade cultural e genética e da sua soberania.

Depois da II Guerra Mundial, os internacionalistas pretenderam, compreensivelmente, impedir novos conflitos entre os Estados, engajando-os em  instituições internacionais (Nações Unidas, União Europeia…) e redes comerciais, sob hegemonia ideológica liberal-democrática. Esperava-se que isso fosse criar uma comunidade de interesses que fizesse da guerra entre as grandes nações uma coisa impensável.

No pós-guerra, os dirigentes que criaram essas instituições internacionais, gente como Dwight Eisenhower ou Konrad Adenauer, não tinham a intenção de destruir suas respectivas nações. Ao contrário, estando cientes dos terríveis massacres das guerras étnicas na Europa Oriental, esses homens geralmente viam a existência de estados-nações distintos e homogêneos como fator de paz. Os inúmeros conflitos étnicos no Terceiro Mundo, na Iugoslávia ou nas antigas repúblicas soviéticas e as intratáveis tensões e confrontações em toda sociedade multirracial levam a crer que eles tinham razão. Read more

Imigração: o Chile na encruzilhada das raças (Parte II)

Esses países [Argentina, Chile, Espanha, Venezuela] contam com a base genética necessária à construção e à manutenção de sociedades modernas e satisfatórias.
Não há evidências de que seja esse o caso do Peru, da Bolívia e do Haiti.

The Return of Sebastián Piñera

Um enorme sinal de esperança surgiu para os chilenos com o resultado das eleições presidenciais de 2017. O então candidato de centro-direita e ex-presidente Sebastián Piñera fez do binômio “lei e ordem” o carro-chefe de sua campanha. Em debates e entrevistas, ele sempre mostrava diagramas sobre a crescente criminalidade.

O presidente Piñera denunciando o aumento da criminalidade na campanha de 2017

Muitos profissionais da mídia troçavam dos gráficos do presidente Piñera, tentando desacreditá-los durante toda a campanha.

Piñera prometera endurecer a repressão não só contra o crime em geral, mas também contra a imigração ilegal, o tráfico de entorpecentes e de pessoas. Inspirando-se em Trump, Piñera disse em 2016 que “O Chile deve receber imigrantes que contribuam para a prosperidade de nossa nação, mas deve fechar completamente suas fronteiras para o tráfico de drogas, o contrabando, o crime organizado e a imigração ilegal”. E continuou, ainda mais enfático: “Muitas das organizações criminosas no Chile hoje, como aquelas especializadas em estelionato, são formadas por estrangeiros. Essa é uma situação especialmente grave nas áreas de mais imigração”.

As eleições presidenciais no Chile decorrem como as da França: se nenhum candidato conseguir mais do que 50% dos votos no primeiro turno, a disputa passa a um segundo turno, opondo os dois candidatos mais votados do primeiro turno. Em 2017, no primeiro turno, quando havia só dois candidatos de direita, havia seis de esquerda. Duas perguntas que jornalistas e ativistas faziam eram provas de fogo: “A Venezuela atualmente é uma ditadura ou uma democracia?” e “O que está acontecendo na Araucânia [onde os índios estavam destruindo propriedades de brancos e, às vezes, matando os proprietários] é terrorismo?”. Esta última pergunta não era só retórica — se fosse considerado terrorismo, o caso da Araucânia justificaria medidas repressivas mais drásticas que, de outra forma, não poderiam ser tomadas. Read more

Imigração: o Chile na encruzilhada das raças (Parte 1)

Vários chilenos me aconselharam a ficar longe de Antofagasta, dizendo que lá era agora um antro de criminosos e que para Antofagasta se igualar à África só faltavam os elefantes.

 

A tendência mais marcante do nosso tempo é o deslocamento de não brancos para as sociedades prósperas e estáveis, as quais eles invejam, porque não são capazes de criá-las e, então, inundam e acabam transformando radicalmente as sociedades brancas — este é o século d’O campo dos santos. A pequena nação latino-americana que é o Chile, um país muito branco para os padrões latino-americanos, não se encontra de forma nenhuma a salvo dessa tendência. Nas últimas duas décadas, especialmente nos últimos 5 anos, a imigração não branca no Chile aumentou dramaticamente. Na verdade, “dramaticamente” talvez seja um eufemismo. No final de 2017, 1.119.267 pessoas nascidas no estrangeiro viviam no Chile. O Chile não é uma grande nação, e esse número representa 6,1% da população total. Os países de onde mais partem emigrantes para o Chile são o Peru (23,8%), a Colômbia (13%), a Venezuela (12%), a Bolívia (11%), o Haiti (10%), a Argentina (7,9%) e o Equador (3,5%). Assim como sucedeu nos Estados Unidos, só nos anos setentas a imigração de não europeus superou a imigração de europeus no Chile:

 

Ano  

População total

                                                            População imigrante
Total Percentagem da População total Percentagem da Europa Percentagem do hemisfério ocidental Percentagem  do resto do mundo
1865 1.819.223 21.982 1,21 53,7 41,4 4,9
1875 2.075.971 25.199 1,21 62,3 33,0 4,7
1885 2.057.005 87.077 4,23 30,1 67,2 2,7
1907 3.249.279 134.524 4,50 53,3 42,7 4,0
1920 3.731.593 114.114 3,06 60,0 31,2 8,9
1930 4.287.445 105.463 2,46 60,0 24,6 15,4
1940 5.023.539 107.273 2,14 67,2 21,7 11,1
1952 5.932.995 103.878 1,75 55,9 23,4 20,7
1960 7.374.115 104.853 1,42 60,9 26,1 13,0
1970 8.884.768 90.441 1,02 53,3 34,4 12,3
1982 11.275.440 84.345 0,75 31,8 54,5 13,7
1992 13.348.401 114.597 0,86 20,1 65,1 14,8
2002 15.116.435 184.464 1,22 17,2 71,8 11,0
2012 16.634.603 339.536 2,04 10,5 85,6 3,8
2017 17.574.003 1.119.267 6,1 12,4 83,8 3,8

 

Como mostra a tabela acima, além de os migrantes terem ficado menos brancos nas últimas  décadas, o número deles aumentou enormemente. Em 2012, a população imigrante havia sido multiplicada por 1,84 em relação à de 2002. Em 2017, a população imigrante já se multiplicara por 3,29 em relação à de 2012 — ou seja, na metade do tempo. A situação que esses números oficiais revelam mostra-se ainda mais grave com a estimativa de que 300 mil imigrantes “irregulares” (isto é, ilegais) estejam no Chile hoje — na maioria  peruanos e bolivianos que conseguiram entrar ilegalmente no país, além de haitianos com os visas vencidos. No Chile, as estatísticas do governo não são tão precisas quanto nos Estados Unidos, assim tudo deve ser considerado cum grano salis. Não obstante, a tendência geral é óbvia.

Com os dados de numerosas fontes, eu organizei a tabela abaixo, que mostra o número de chilenos nascidos no estrangeiro ao longo dos anos.

1960 1982 1990 1992 2002 2012 2013 2015 2016 2017
Peruanos 3.583 4.308 ~ 7.649 37.860 103.624 117.925 130.361 266.244
Bolivianos ~ ~ 7.277 ~ 10.919 25.121 33.623 37.554 122.773
Colombianos 645 1.069 ~ 1.666 4.095 27.411 48.894 63.481 145.139
Haitianos ~ ~ ~ ~ 50 2.428 ~ 48.783 112.414
Argentinos 11.876 19.733 34.415 48.176 57.019 53.192 55.185 87.926
Equatorianos 9.393 16.357 39.556

 

Outros contingentes forâneos menores, mas não insignificantes, em 2017, incluíam  espanhóis (26.177), brasilianos (20.707), americanos (19.900), chineses (17.021) e dominicanos (9.270). O vertiginoso total de estrangeiros em 2017 não listados neste parágrafo ou na tabela acima chega a 117.750.

A maior lacuna nos dados para o que seria mais rigorosa determinação da composição racial do Chile está na falta de identificação por raça da população estrangeira e/ou imigrante, desagregada apenas por nacionalidade, tirante os ameríndios. A variada e imprecisa natureza da branquidade no Chile levou o governo, nos levantamentos estatísticos da população, a não distinguir entre o historicamente típico “castizo” [filho de mestiço de índio com espanhola ou vice-versa] chileno e o tipo bem mais escuro do “mestizo” de seus vizinhos do norte. Até recentemente, essa não era uma questão de maior importância, porque a imigração de mestiços era mínima. Entretanto,  com a intensificação do fluxo migratório de peruanos, bolivianos e outros para o país,  chegou a hora de o Chile adotar categorias raciais mais específicas. Sem isso, os dados demográficos continuarão incompletos. Nós sabemos quantas pessoas nascidas no Peru estão agora no Chile, mas não temos números confiáveis sobre sua taxa de natalidade, nem sobre seu casamento com os “castizos” chilenos, e assim por diante.

Mas uma coisa é certa: o Chile está escurecendo. Dado o enorme incremento da imigração  de não brancos, conforme mostram as tabelas acima, não poderia ser diferente. Como desgraça pouca é bobagem, a taxa de natalidade nacional do Chile é quase tão baixa quanto as do notoriamente infértil Ocidente: 13 por mil habitantes. Compare-se com as taxas de outros países: Bélgica, Dinamarca, e Noruega: 11; Alemanha, Espanha e Grécia: 9; Peru e Bangladexe: 19; Bolívia and Cambodja: 23; Nigéria e Moçambique: 39. Tem rolado muita discussão na American Renaissance e em outras ciber-revistas dissidentes sobre o “mais importante gráfico do mundo”, mostrando as projeções demográficas das Nações Unidas para o mundo até o fim deste século.

O que não se tem considerado, entretanto, é que essas projeções vão ser tão devastadoras para as partes “beges” do mundo quanto para as partes brancas. As nações árabes e turcas do Norte da África e da Ásia poderão ser inundadas de negros subsaarianos. Paralelamente, a América Latina brancacenta do Cone Sul, compreendendo o Chile, a Argentina e o Uruguai, será submergida em mar de mestiços, ameríndios, negros e asiáticos, se nada for feito. Os limitados dados disponíveis sobre as taxas de natalidade sugerem, como em quase todo país do Ocidente, que os imigrantes são muito mais prolíficos do que os nativos, especialmente os colombianos, os chineses e os venezuelanos; a coisa poderia ser melhor se esse fosse o caso de espanhóis e argentinos, mas também poderia ser pior, se esse fosse o caso de haitianos e bolivianos.

Tendências problemáticas

Até agora, o pior resultado dessa tendência é que, pela primeira vez em sua história, o Chile terá uma grande minoria negra, formada principalmente por haitianos, mas também por negros da Colômbia e, em menor número, por negros do Peru e da Bolívia. De acordo com Richard Lynn e Tatu Vanhanen em seu livro IQ and the Wealth of Nations [O QI e a riqueza das nações], o Chile tem QI médio de 90. Na topificação abaixo, pode-se comparar esse dado com os de outros povos:

  1. duas outras nações alvacentas da América Latina (as quais são tidas como mais brancas do que o Chile), o Uruguai e a Argentina: 96 e 93, respectivamente;
  2. Espanha e Portugal: 98 e 95, respectivamente;
  • dois outros países com QI médio de 90 que podem ser considerados “branquicentos”, embora de tipo diferente, são a Turquia e o Quirguistão;
  1. deve ser lembrado que a classe superior do Chile é muito branca, compondo-se de descendentes de nações europeia com alto QI. Entre essas nações, aquelas de onde mais emigrantes partiram para o Chile são as seguintes: o Reino Unido, o País Basco, a Alemanha e a Itália, com QI de 99, 99, 100, e 102, respectivamente.

O Haiti, por sua vez, tem QI médio de 67. Essa é uma diferença ainda maior do que aquela entre os americanos brancos (QI 100) e os negros americanos (QI 85). (A desigualdade de inteligência entre negros haitianos e negros americanos explica-se, em considerável medida, pela notável miscigenação com o branco, como também pela melhor nutrição dos americanos em relação aos haitianos.) A propósito, alguém com QI de 85 é capaz de cumprir tarefas básicas, como operar uma caixa registradora. Mas alguém com QI de 67 não pode fazer muita coisa além de empurrar uma vassoura ou vibrar um machado.  Isso não é de bom agouro para os haitianos, que falam um crioulo do francês e teriam de aprender o espanhol.

Assim como o Uruguai e Costa Rica, o Chile tem sido frequentemente reconhecido como o  país mais pacífico de toda a América Latina — estando sempre entre os cinco mais pacíficos. O Haiti, ao contrário, é uma pocilga que nem sabe contar o número de seus crimes. A Bolívia é a mesma porcaria. A Colômbia tem taxa de homicídios de 27 por 100 mil habitantes por ano — a oitava maior do mundo. A taxa de homicídios do Chile, bem ao contrário, é de 3 por 100 mil habitantes por ano. A dos Estados Unidos é de 5, tecnicamente mais alta, mas se “certas áreas” nas maiores cidades fossem excluídos do cômputo, sua taxa seria menor do que a do Chile.

Os pretos do Haiti e da Colômbia agora no Chile comportam-se como todo preto em todo lugar, ou seja, criminosamente. Pelas razões já expostas, não há números específicos que explicitem a correlação entre raça e crime no Chile. Podemos inferir, entretanto, o impacto das novas levas de chegantes, comparando os números absolutos da criminalidade antes e depois da explosão da população imigrante. A Divisão de Segurança Diplomática do Departamento de Estado Americano publica regularmente “relatórios sobre criminalidade e segurança” para que nações estrangeiras possam informar ludâmbulos e expatriados americanos. Em 2014, a publicação sobre o Chile começava assim:

A situação é de forma geral segura, havendo menos violência no Chile do que em outros países da América Latina. Furto de bolsas e carteiras, estelionato por telefone, roubo de veículos e furtos residenciais são muito mais comuns do que crimes violentos, como sequestros-relâmpagos, sequestros por resgate e homicídios ou tentativas de homicídio à mão armada sem premeditação, os quais raramente ocorrem. Ludâmbulos e residentes em Santiago são vítimas frequentes de furtos de bolsas e carteiras. Isso ocorre principalmente em pontos de ludambulismo, áreas comerciais de grande movimento de pedestres em Santiago, como também em estações subvianas, em terminais de ônibus e nos próprios ônibus e metrôs mais lotados.

A mesma publicação em 2016 começava assim:

A situação é moderadamente segura, com menos crimes violentos do que em outros países da América Latina. Furto de bolsas e carteiras, estelionato por telefone, furto de veículo e furto em residência são os crimes mais comuns contra ludâmbulos e residentes americanos.  Crimes violentos também ocorrem, mais frequentemente na forma de roubo de veículos, invasão de domicílio e assalto; sequestros-relâmpagos, sequestros por resgate e homicídios ou tentativas de homicídio à mão armada sem premeditação são quase inexistentes.

Crimes de menor importância e roubos em residência aumentaram  dramaticamente na região metropolitana de Santiago em 2015. A maior parte das ocorrências teve lugar na parte leste da cidade. De acordo com estatísticas dos “carabineros” (a polícia local), publicadas em janeiro de 2016, na rica comunidade de Lo Barnechea, onde muitos expatriados vivem devido à proximidade de escolas internacionais,  os assaltos aumentaram 52%. Invasões de domicílio subiram 10,5%. Duas outras comunidades de muitos expatriados e ludâmbulos são Vitacura e Las Condes. Essas duas comunidades tiveram aumento nos roubos de 38% e 32,5%, respectivamente. O emprego de violência nas invasões a residência também aumentou em 2015. Quando os moradores estão em casa, os assaltantes usam cacetes, facas e ainda, cada vez mais, armas de fogo como forma de intimidação. Eles amarram pés e  mãos dos moradores, prendem-nos nalgum cômodo da casa e então levam os objetos de mais valor.

A diferença entre 2014 e 2016 resulta de algumas centenas de milhares de mestiços e negros a mais no Chile — não houve nenhuma mudança política, nenhum desastre econômico para explicar isso.

No Chile, à semelhança dos Estados Unidos, os mestiços são bem mais preferíveis aos negros, embora não se equiparem ao tronco racial histórico. A Bolívia e o Peru têm QI médio equivalente ao dos negros americanos: 87 e 85, respectivamente. Entretanto, há  ainda ressentimento em relação aos chilenos por causa da Guerra do Pacífico (1879-1884), pela qual o Chile anexou o que é hoje a terça parte norte do seu território, tomada àqueles dois países. Assim como muitos ibero-americanos nos Estados Unidos sonham em retomar o território que perderam na Guerra dos americanos contra o México, também os peruanos e bolivianos cobiçam o litoral há muito tempo perdido. Os problemas sociais e políticos que daí decorrem são exatamente esses mesmos que se pode imaginar.

 

Memorial da Guerra do Pacífico no Peru. O texto diz: “Neste lugar seis compatriotas foram fuzilados e sua história ninguém poderá mudar.
Glória eterna aos heróis e mártires de Quequeña!”.

Acompanhando essas novas levas de imigrantes, chegam as doenças também. Em termos gerais, o Chile conseguiu evitar a crise da sida nos anos oitentas e sempre teve baixa  morbidade. Isso já começou a mudar agora: a incidência de sida dobrou na última década.  Mais cautelosas estimativas indicam aumento de 79% desde 2010. A gonorreia também foi turbinada. De 2010 a 2015, os casos confirmados aumentaram 208%. A incidência de sífilis, estável durante anos, agora se eleva, assim como a da hepatite.

A explicação mais bonitinha da moda politicamente correta atribui esse súbito aumento da insalubridade ao conservadorismo da sociedade chilena, cujos cidadãos não seriam orientados a usar preservativos e, quando acometidos de alguma DST, sentir-se-iam constrangidos de buscar tratamento. Entretanto, se essa é a razão, por que a morbidade não foi sempre alta? Como no caso da criminalidade, o pico das ocorrências coincidiu com a súbita chegada de grande número de pretos e mestiços. E também como no caso da criminalidade, a disseminação das doenças é maior onde a presença dos imigrantes é maior: Santiago, a periferia de Santiago e a terça parte mais ao norte do país, especialmente a cidade de Antofagasta.

A América Latina não escapa à tendência mundial que faz a incidência de doenças sexuais de todo tipo vitimar muitíssimo mais negros do que outros de qualquer outra raça. As nações ao sul dos Estados Unidos com as mais altas taxas de sida são o Haiti e as Bahamas, ambas com mais de 90% de negros na população. Cerca de 2% dos adultos no Haiti são soropositivos — ou seja, um em cada grupo de cinquenta haitianos tem o vírus da sida. Sem nunca ter haitianos durante dois séculos, o Chile conta agora 100 mil deles na sua população. Em termos estatísticos, isso representa 2 mil novos soropositivos. Eu suspeito, entretanto, que muito das novas infecções vem dos negros da Colômbia. Os imigrantes haitianos são majoritariamente homens, numa proporção de 68%. Embora eu não conheça a proporção entre os colombianos, creio que a situação deles é mais equilibrada. E os homens colombianos são especializados no tráfico de drogas, enquanto as mulheres dedicam-se à prostituição. Eu não conheço os números exatos disso também, mas uma caminhada pelas ruas de Santiago revela que as mulheres colombianas — principalmente as negras — estão super-representadas nas zonas de baixo meretrício. Na cidade mineira do setentrião, Antofagasta, a segunda com mais imigrantes, depois de Santiago, um político local mereceu as manchetes em 2014, ao comentar que a recente disparada nos casos de gonorreia, sífilis e sida era causada pelas prostitutas colombianas (sem especificação de raça), “que, aliás, são senhoritas muito bonitas”, completou. (Vídeo em espanhol aqui.)

Consciência Racial no Chile

Com certeza essa é uma situação sombria. Mas há também pontos de luz no Chile. Os chilenos têm forte sentido racial à espreita logo abaixo da superfície. A conexão entre raça e classe, com os brancos predominando nas classes superiores, e os mestiços, nas classes inferiores, é compreendida e largamente aceita por quase todo chileno. O exemplo mais frisante disso está nas próprias ladainhas igualitárias sobre a situação. Certo bloguista publicou elucidativa síntese de uma típica conversação entre chilenos e americanos quando o assunto é raça:

O chileno: Há problemas raciais sérios nos Estados Unidos.

Eu: Sim, há gravíssimos problemas. Mas eu acho que a raça é um problema aqui [no Chile] também.

O chileno: Não, nós não temos problemas de raça aqui. Os problemas que temos são de classe.

Eu: Como assim?

O chileno: Bem, as pessoas de classe baixa são realmente desprezadas.

Eu: Como você pode identificar essas pessoas?O chileno: Nós podemos, só isso.

Eu: (apontando para uma pessoa de pele escura na multidão) E aquela pessoa lá… de que classe ela é?

O chileno: Aquela é da classe baixa. 

Quanto mais branco o chileno, mais orgulhoso e mais zeloso de sua branquidão ele é.  Casamentos entre gente de classes diferentes são bastante incomuns, e isso protege da diluição o sangue europeu das classes superiores. A demonstração empírica disso com fatos e estatísticas é difícil, mas os indícios estão à vista para quem quiser olhar.  Outro bloguista de esquerda escrevia em 2015 que

No Chile, poucos anos atrás, uma pesquisa consistia em apresentar imagens de pessoas de diferentes cores de pele, as quais deveriam ser identificadas como sendo ou não sendo chilenas. O resultado foi que as pessoas mais escuras foram identificadas como mapuches, peruanos ou “estrangeiros”.

Histórias e estudos que correm na mídia chilena de quando em vez dão conta de terríveis discriminações contra peruanos no Chile. O indefectível enfoque liberal desse tipo de jornalismo de “interesse humano” tira o fôlego de tão irritante, mas seu conteúdo geralmente corresponde aos fatos. Os chilenos são conscientes de sua raça e sempre o foram, mesmo quando não explicitamente. A recente chegada de haitianos fez ainda mais forte essa consciência. Jornalistas e acadêmicos usam os imigrantes para condenar o racismo, mas a maioria não muito silenciosa não chega a se comover. Como em todo lugar no Ocidente, os comentários a artigos na rede revelam muito da opinião geral dos leitores. Eu deparei um artigo de 2016, intitulado “A chegada dos imigrantes haitianos acendeu o estopim do racismo”, que mostra perfeitamente isso. Um comentarista escreveu que “Primeiro os haitianos invadem e depois querem ser aceitos. Deportem todos eles! O mundo não os quer.” Outro comentário dizia que “Eles são rejeitados porque são culturalmente diferentes; como todos nós sabemos, nem toda rejeição de negros deve-se ao racismo. Se eles fossem brancos mas tivessem os mesmos costumes, a mesma cultura, a mesma religião, a mesma forma de invadir e devastar lugares, eles seriam rejeitados também. É só uma questão de tempo para que eles comam todo animal e pássaro e desmatem a terra.” Outro leitor concluía que “A ideia natural para a formação de um país ou sociedade é usar a imigração para corroborar os seus valores, mas não para subverter a identidade nacional de uma vez só […] A concessão de visas não é por si só discriminatória? Alguns conseguem, outros não conseguem. Será que ninguém tem o direito de escolher quem pode ou quem não pode entrar em sua própria casa?”.

Os chilenos são também muito orgulhosos dos toques europeus de sua cultura e de suas figuras históricas. Os dois maiores patriarcas chilenos foram bem brancos: Bernardo O’Higgins (irlandês) e José Miguel Carrera (Basco). As mais importantes personagens políticas chilenas do século XX, seja de esquerda, seja de direita, também eram brancos: políticos da família Alessandri (italianos), Carlos Ibáñez del Campo (irlandês e espanhol), Pedro Aguirre Cerda (Basco), Salvador Allende (belga e basco), Patricio Aylwin (irlandês e basco), e Augusto Pinochet (francês e basco). Depois da Independência, o grupo de imigrantes de mais impacto no Chile foi, de longe, o alemão.  Por todo o Chile (e especialmente no meio-sul), pode-se observar as evidentes comunidades germânicas e sua arquitetura característica. A fotografia abaixo dá exemplo disso, mostrando um teatro e uma igreja luterana de estilo germânico na cidade de Frutillar.

Arquitetura germânica em Frutillar, Chile: em primeiro plano, o teatro; ao fundo, igreja luterana.

O Chile é também a nação da América Latina com mais cidadãos de origem britânica. Estima-se que sejam cerca de 420 mil hoje, ou seja, aproximadamente 2,25% da população.  Por isso os sobrenomes saxônicos são mais comuns do que se pensa. Alguns exemplos: Andrés Chadwick, político de direita; Jorge Edwards, o prestigiado romancista; e Juan Williams Rebolledo, comandante da Marinha chilena na Guerra do Pacífico.

As pesquisas de opinião revelam que um terço dos chilenos, pelo menos, têm visão explicitamente realista da raça, mas todas as pesquisas sobre a questão racial subquantificam a parte da população com opiniões “racistas”, porque muitos não se declaram racistas nem para pesquisadores — o que nos EUA chama-se “efeito Bradley”. Em 2003, uma investigação da opinião dos chilenos sobre os peruanos, os mais numerosos não brancos que mais continuamente na história migram para o Chile, apresentou os seguintes resultados:

  1. O Chile é mais desenvolvido do que os países vizinhos por ter menor população indígena. (34,1% concordam, 65,9% discordam.)
  2. O problema da abertura para a imigração latino-americana é que muitos latino-americanos são indígenas. (35,8% concordam, 64,2% discordam.)
  3. Algumas raças são melhores do que outras. (32,9% concordam, 67,1% discordam.
  4. Os peruanos necessitam realmente de empregos, mas os empresários do Chile devem sempre preferir empregar chilenos. (69,4% concordam, 30,6% discordam.)
  5. Se houver muita miscigenação entre chilenos e peruanos, a qualidade de nosso povo cairá. (33,4% concordam, 66,6% discordam.
  6. Os imigrantes peruanos que vêm para o nosso país são mais propensos ao crime. (43,8% concordam, 56,2% discordam.)

O Chile tem agora um movimento identitário chamado Ação Identitária Chilena, moldado segundo movimentos congêneres da Europa Ocidental e dos Estados Unidos. O seu símbolo é o El Torreón, um forte do século XVIII construído para defender a cidade de Valdívia (do herói epônimo Pedro de Valdívia, o conquistador) contra os araucanos. Embora ainda pequeno, o grupo parece crescer e realiza ações diversas, como passeatas e campanhas de panfletagem, ora combatendo a imigração, ora exigindo uma economia do tipo “primeiro-o-Chile”. De forma análoga ao Identity Evropa [redenominado American Identity Movement], nos Estados Unidos, que faz por advertir dos assassinatos de mulheres, tais quais Kate Steinle and Justine Damond, a Ação Identitária Chilena alerta contra os assassinatos perpetrados por imigrantes no próprio chile, como o de Margarita Ancacoy, que foi espancada até a morte por uma gangue de equatorianos.

Conquistadores espanhóis defendem a recém-fundada cidade de Santiago contra os araucanos em meado do século XVI.
A mulher é  Inés de Suárez, belatriz destemida e companha de Pedro de Valdivia, chefe dos primeiros e vitoriosos conquistadores do Chile.

Também em Antofagasta ganha corpo, rapidamente, uma política de reação nativista. No final de 2013, quando a Colômbia derrotou o Chile numa partida de futebol pela classificação para a Copa do Mundo, os colombianos da cidade comemoraram nas ruas. Não foi preciso mais do que isso para que começasse o quebra-pau com os chilenos nativos. Aí, então, foi criado o grupo Antofagasta Segura, que exige políticas para conter a crescente criminalidade, o tráfico de drogas e a superlotação nas escolas causada pelos imigrantes. Como o “Remembrance Project” nos Estados Unidos, eles promovem manifestações públicas de denúncia das mortes provocadas por imigrantes. Antofagasta foi um bastião da esquerda chilena por muito tempo, mas isso começa a mudar por causa da imigração. Com efeito, em 2012, a esquerdista Karen Rojo venceu a eleição para a prefeitura com 47,9% dos votos. Marcela Hernando ficou em segundo lugar, com distantes 29,1% dos votos, e ela tinha sido a prefeita anterior da cidade. Em 2016, a prefeita  Karen Rojo conseguiu se reeleger com margem estreita de 28,1% dos votos. Em segundo lugar, com 22,2% dos votos, ficou Manuel Rojas, crítico da imigração ilimitada e membro da União Democrática Independente, partido da direita pinochetista. A mudança toda foi provocada pela divisiva questão da imigração, cuja seriedade a prefeita Karen Rojo não reconhece. Ela apenas repete platitudes como “A cidade de Antofagasta foi fundada por imigrantes, e ninguém pode negar isso. Há certos tipos de trabalho que os chilenos não aceitam mais fazer.”

Entre os trabalhos que os chilenos não fazem em Antofagasta e que os imigrantes executam com alegria está a construção de assentamentos irregulares do tipo das favelas brasileiras, o tráfico de drogas, a prostituição e a hostilização da população histórica da cidade. O registro fotográfico desses labores está disponível aqui.

Vários chilenos me aconselharam a ficar longe de Antofagasta, dizendo que lá era agora um antro de criminosos e que para Antofagasta se igualar à África só faltavam os elefantes. Nos últimos anos, a cidade converteu-se na principal paragem para contrabandistas que levam cocaína e maconha dos países vizinhos do norte para o Chile.   Porção dessa droga destina-se a outras regiões do Chile, mas grande parte é carreada  para os portos chilenos e daí transportada para a costa americana do Pacífico. Sempre que o México e os Estados endurecem a repressão ao tráfico, essa rota alternativa salva do estrangulamento o negócio ilícito. Grandes operações policiais são frequentes nessa região do país.

* Benjamin Villaroel apresenta-se como “hispânico branco em tempo integral e escritor de vez em quando”. Título em inglês: Chile’s Immigration Crossroads, Part 1. Fonte: <https://www.theoccidentalobserver.net/2019/06/04/chiles-immigration-crossroads/>. Data de publicação: 4 de junho de 2019. Tradução e divulgação: Chauke Stephan Filho.

Confissões de um ex-racista

Christian Miller: Confessions of a Former Racist, The Occidental Observer, 25 de março de 2011

Eu me arrependo de minha antiga heresia. Percebo o erro de minhas atitudes. Eu estava totalmente errado em acreditar que minha raça, a raça branca, tem um direito legítimo à identidade ou qualquer direito a promover seus interesses coletivos. Agora eu sei que, como branco, é meu dever ficar parado enquanto todas as outras raças se organizam e fazem lobbypor privilégios legais em bases raciais, redistribuições monetárias e subsídios e empregos por ação afirmativa. Eu peço desculpas por recuar diante da ideia de se distribuir dinheiro que  não se ganhou, respeito ou empregos com base na cor da pele de uma pessoa. Eu costumava chamar tais programas de “antibrancos”, injustos, inconstitucionais ou ilegais. Agora, eu entendo que eles são parte da “justiça social”, de que precisamos desesperadamente para corrigirmos as injustiças históricas cometidas pelos brancos contra os não-brancos.

Estou muito arrependido por acreditar que a raça é um modo útil de prever o comportamento de grupos. Eu estava totalmente errado em dizer que “a sociedade é uma construção racial” porque, desde então, percebi que a raça é em sua maior parte uma construção social. Todas as estatísticas raciais sobre a criminalidade, diferenças biológicas e variações comportamentais são meros instrumentos de propaganda de uma sociedade supremacista branca. [N. do T: este segundo link dá para uma versão em PDF do clássico  Raça, Evolução e Comportamento, do psicólogo canadense J. Philippe Rushton. Eis aqui uma versão abreviada do livro em português]. Quando o privilégio branco desaparecer, raças muito pouco bem-sucedidas, como os negros africanos e os aborígenes australianos, serão projetadas balisticamente rumo ao sucesso cultural, econômico, filosófico e científico em grande escala. Mas no momento, o privilégio branco faz com que outras raças (exceto os judeus e os norte-asiáticos) fracassem economicamente, cometam crimes bárbaros e violentos e fiquem estagnados como uma permanente classe inferior em qualquer sociedade que contenha brancos.

Mais

http://retrogradolusofono.blogspot.com.br/2013/10/christian-miller-confessions-of-former_6833.html

A indústria do Holocausto no Reino Unido

Francis Carr Begbie: The Holocaust Industry in the UK, The Occidental Observer, 5 de outubro de 2011
Tradução, links e comentário ao fim do postO Ocidental Lusófono
Her_Majesty_the_Queen_Lays_a_Wreath_at_the_Cenotaph_London_During_Remembrance_Sunday_Service_MOD_45152054-1
poppyEm meados da manhã do segundo domingo de novembro, os clarins soarão no Último Posto, no Cenotáfio Memorial de Guerra em Londres, e por dois minutos a Inglaterra ficará em silêncio. A simples dignidade do Domingo da Recordação, a rainha depositando uma coroa de flores, o silêncio enquanto uma canópia de flores de papoulas vermelhas cai sobre os veteranos e homens das forças-armadas em posição de sentido, tornam este um momento de tristeza quase impossível de suportar.
Embora o evento comemore todos os mortos de guerra britânicos e da Comunidade Britânica, ele tem suas raízes nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e em batalhas como a do Somme, na qual os britânicos sofreram 58 000 baixas, um terço mortos no primeiro dia. O silêncio marca a décima primeira hora do décimo primeiro dia, quando as armas silenciaram em 1918. O símbolo da ocasião é a flor de papoula vermelho-sangue, distribuída pela Legião Real Britânica e usada por milhões.
Não há símbolo mais sincero do sentimento tradicional na Grã-Bretanha do que a flor da papoula. E é por isto que duas recentes decisões de financiamento do governo revelaram uma mudança tão espantosa de prioridades culturais. A primeira foi uma recusa em financiar um projeto para o plantio de de papoulas em um campo da recordação para os mortos de guerra da Grã-Bretanha. O segundo foi uma promessa do Primeiro-Ministro de despejar mais dinheiro dos contribuintes na promoção da indústria do Holocausto, atualmente em grande expansão.

O Lobby Israelense e a comunidade judaica organizada querem mudança de regime na Síria

Tradução e i
O presidente Obama agora está dizendo que sua administração decidiu atacar a Síria mas vai buscar a aprovação do Congresso para fazê-lo. Isto cria uma situação realmente interessante se o Congresso não concordar, como parece bem possível.
A ideia de Obama ordenar um ato de guerra contra a Síria sem apoio internacional significativo e sem um mandado do Congresso sempre foi uma coisa espantosa. Eis aqui nosso presidente de extrema-esquerda advogando mais outra guerra no Oriente Médio depois de se opor à guerra no Iraque quando era senador. O mesmo presidente que tem uma relação gélida com Benjamin Netanyahu e repetidas vezes ficou aquém das exigências do lobby israelense.